Pensando em Futebol


Peixe lança ônibus turístico com imagens dos ídolos do clube

 

Veículo vai circular com visitantes pela orla santista. Objetivo da inciativa é atrair público para o Memorial de Conquistas

GLOBOESPORTE.COM Santos, SP

 Divulgação/Site Oficial do Santos Divulgação/Site Oficial do Santos

Ilustração do ônibus turístico do Peixe

A diretoria do Santos está lançando um ônibus de dois andares que vai circular com turistas pela cidade. O modelo será apresentado nesta sexta-feira na sede do clube. A iniciativa visa divulgar a imagem do clube para os turistas e atrair visitantes para o Memorial de Conquistas do Santos.


O presidente do clube, Marcelo Teixeira, comentou o projeto do Peixe.


- Nosso ônibus é uma atração à parte. Todos querem conhecer a orla da praia e nosso clube utilizando-se deste veículo. Para o clube, é importante fortalecer este elo com o turismo de nossa região- afirma.

Ao todo, oito ídolos da história do Peixe serão homenageados com caricaturas nas janelas do veículo. (confira nas imagens abaixo)



 Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 16h44 [] [envie esta mensagem]






O melhor jogo que não vi. 


 

- Mãe, o que espero do futebol é a poesia!


 

Repetia esta frase enquanto ouvia as recomendações de sempre:

- Cuidado com as brigas!

- Não é melhor ver pela TV?

Ver pela TV? Meu time há dezoito anos sem um título, tudo a nosso favor. Ganhamos o primeiro jogo, o time era melhor, jogávamos pelo empate, era o dia, e ela me dizendo com voz doce: Não é melhor ver pela TV?

Mãe é mãe, como já dizia o filósofo e assim tudo o que conseguia responder era: " Mãe, o que espero do futebol é a poesia!"

Não lembrava de quem era a frase e nem sabia o que estava dizendo, mas era só o que meus nervos me permitiam falar.

Após ouvir com fingida atenção às 412 recomendações, saio de casa em direção ao estádio do Morumbi. Era o dia.

Antes, uma passada na casa de um amigo, juro, pensei em trocar seu nome, conceder-lhe o direito ao anonimato, mas mudei de idéia e o nome verdadeiro do sujeito é Marcelo Hazan.

Marcelo Hazan!

Treze letras, diria um antigo técnico e numerólogo do futebol brasileiro.

- Não professor! São doze, eis o problema, são só doze.

Marcelo é um sujeito tranqüilo e acreditem: quando fica nervoso aparenta estar ainda mais tranqüilo. Torcedor do Santos, companheiro de sofrimento em várias disputas, parceiro ideal para este tipo de jogo, aliás, não há tipo de jogo nenhum, esse jogo é pura e simplesmente o jogo. Além do mais, estávamos com sorte, pois na semana anterior acompanhamos no mesmo estádio, a vitória de nosso time no primeiro dos jogos finais.

Trânsito tranqüilo, tranqüilo até demais. Chegamos 90 minutos antes dos 90 minutos que seriam os 90 minutos mais importantes de nossas vidas e eu reclamava como se estivesse numa fila do INSS de 90 metros aos 90 anos: Não vamos conseguir estacionar, vamos ter que deixar o carro lá em Santa Cruz de La Sierra, lembrei de minha mãe e mais do que rápido pensei: "Deixe estar, o que espero do futebol é a poesia!"

- Calma, dizia suavemente Marcelo. Calma.

Como é que alguém pode estar calmo num dia como esse? Mas foi só me acalmar ou fingir que me acalmava que a vaga surgiu, vaga de estacionamento.

Em verdade, o estacionamento em questão é um barranco em frente ao estádio do Morumbi, mas em certas ocasiões, é melhor um barranco do que nada. Estacionamos, pagamento adiantado, dez reais e a garantia de que nosso carro ficaria seguro até a volta. Maravilha.

Ingressos.

- Marcelo, onde estão os ingressos?

- Estão aqui no meu bolso. Respondeu.

Por ser vizinho ao Pacaembu, Marcelo acabava quase sempre com a incumbência de conseguir os ingressos, o velho estádio municipal servia de bilheteria a jogos maiores no Morumbi. Por uma dessas razões "que a própria razão desconhece", eles acabaram muito rápido.

Marcelo me telefona e diz:

-  Não tem mais ingresso!

Inconformado, me ponho a pensar como é que estes ingressos acabam, deixando a impressão de acabarem exatamente meia hora antes de se iniciarem as vendas.

Só nos resta a velha figura do cambista.

- Tem algum aí? Perguntei.

- Uns dois mil. Responde Marcelo.

Bom é o jeito, afinal de contas, era o jogo.

Foi assim que o par de ingressos foi parar no bolso do Marcelo, não esqueçam, Marcelo Hazan, doze letras.

"Engoli" uma cerveja quente vendida por 2 reais por um ambulante em mais ou menos doze segundos. Desta vez o calmo Marcelo "Doze Letras" estava nervoso de verdade: "Vamos, a fila está grande demais!" Resmungava.

Fomos. A fila era grande, mas a polícia trabalhava rápido e a velocidade era maior que a habitual.

É hoje, pensava.

Nem dez minutos de fila e já estamos passando pela revista.

- Ingresso na mão - berra o gentil policial.

Marcelo me deu o ingresso, passo pela revista e com uma empolgação só comparável à da primeira vez, num estádio é claro, corro em direção à "catraca eletrônica". Tento enfiar o ingresso na fresta destinada a isso, não entra.

 Ainda bem que rapidamente percebi o problema:

-  "Senhor, esta catraca está com defeito, já tentando a outra, e esta aqui também" concluo brilhantemente.

Procuro Marcelo, está desolado

-  Viu moço, a dele também está quebrada, disse.

- Senhor, seu ingresso é falso, diz o policial.

Os dois segundos que levei para esboçar qualquer reação pareceram suficientes para escrever uma dissertação de mestrado.

- Falso?

 - Deve estar havendo um mal entendido. Vim de Ribeirão Preto pra ver esse jogo, comprei o ingresso lá e o senhor vem com essa história de que meu ingresso é falso - crente que a mentira fosse me ajudar.

- Pago meus impostos e esse ingresso não pode ser falso!

- Dirija-se ao setor de reclamações ao lado senhor. Disse calmamente o policial.

O "setor de reclamações" era um tanto improvisado. A fila para reclamar era quase que do mesmo tamanho que a fila da entrada. A saída foi me livrar do resto de educação que tinha e "furar" a fila.

Sucesso! Começo a argumentar com um capitão da Polícia e pensava "Ele não resistirá à minha argumentação que era ,mais ou menos, a seguinte:

- Oficial, esse ingresso não é falso e se por uma dessas tragédias da humanidade, for, a vítima sou eu. Então, na condição de vítima tenho que entrar.

- Entendo sua situação senhor e tendo a concordar. Com o senhor e com mais umas duas mil pessoas que tiveram a mesma falta de sorte.

- Então podemos entrar?

- Não!

- Que absurdo, então a polícia protege o trabalho dos cambistas, dizia já em desespero.

Valia tudo já que tudo parecia estar perdido, até o risco de uma prisão por desacato.

 Pra minha surpresa o capitão responde calmamente

- Quem protege os cambistas são vocês que compram ingressos deles, além do mais, estou aqui preocupado com segurança, se duas mil pessoas entrarem onde não cabe mais nem pensamento e o estádio desabar a culpa será minha, nem do senhor, nem do cambista.

O jeito era me conformar, descendo cabisbaixo a rampa de acesso noto um princípio de tumulto, a torcida vai tentar forçar a entrada.

Entramos no meio da confusão sem sucesso e o pior, o olhar de reprovação do capitão era algo pior do que ser preso por desacato.

 Plano B

 "Doze Letras" e eu rumamos ao barranco, ainda faltavam 30 minutos para o jogo e íamos pegar o carro e procurar algum lugar para assistir à partida. Pensava comigo: "Isso é praga de mãe".

Chegando lá... Os dois segundos que demorei a falar um palavrão dariam pra duas dissertações de mestrado. Do lado direito de nosso carro, outro carro. Do esquerdo, mais outro. À frente mais um do mesmo modelo, aliás, do que estava atrás, um carro chamado Prêmio, que belo Prêmio, aliás, dois Prêmios, um atrás outro na frente. Estávamos cercados!

"Doze Letras" quis gritar, mas em cima eu falei:

- Calma! Vamos achar uma TV.

Amigos, vocês já procuraram uma TV nos arredores do Morumbi? Não há um mísero bar de meia porta, nada.

A esperança era a avenida que dá acesso ao estádio. Ali deveria haver um bar.

A incessante procura me fazia pensar que achar uma TV funcionando no fundo do mar deveria ser mais fácil, até que numa dessas peruas que vendem cachorro quente, surge uma pequena TV portátil, "Santo comércio informal!"

Nos aproximamos da TV em preto e branco, um legítimo modelo paraguaio. Nesse momento, exatamente nesse momento, um jovem jogador santista corre com a bola, o adversário atônito só consegue recuar de medo. Sete! Por sete vezes ele passou o pé por cima da bola num lance conhecido como pedalada, não houve outro jeito: penalidade máxima a favor do Santos.

Maravilha. Mais maravilhoso seria se não estivéssemos cercados de torcedores adversários.

- Não! Gritei.

- Não pode ser, não foi nada, o moleque se jogou! Dizia convicto.

Já estava me acostumando, algumas semanas antes fomos a um jogo das quartas de final contra o São Paulo, Marcelo havia comprado ingressos de cambistas e daquela vez eram verdadeiros.

Pena que fossem pra torcida do São Paulo. Depois daquilo qualquer encenação me parecia possível.

Vai o garoto, bate o pênalti e é gol! E que golaço!

Abraço Marcelo e grito:

- Não esquenta que nós vamos virar, rindo por dentro.

Já havia perdoado Marcelo, estávamos ganhando e depois ele não tinha culpa de ter um nome de doze letras, o que poderia fazer, mudar o nome?

Ora, Marcello assim com dois "éles" parece nome de cantor de música de gosto duvidoso, a outra opção Marcelo Shazan, me parecia mais interessante, mas ele não gostava.

Bom foi aí, "lamentando" o gol do meu time que ouvi uma voz::

- Vamos sair daqui porque eles vão descobrir.

- Descobrir o quê? Indaguei

- O óbvio ululante.

- Mas não há outra TV por aí...

- Vamos, vai ser melhor! Dizia-me convicto.

Fomos. Rumamos à entrada da torcida do Santos. Só havia rádio, nada de TV por perto. O jeito era se conformar e ouvir.

Era uma certa volta no tempo. O rádio despertara em mim a paixão pelo futebol e pelo Santos significando uma espécie de portal encantado ao mundo do estádio, na infância, inacessível. Coincidência ou não lá estávamos nós, de novo.

O homem que me convenceu a sair de perto da TV era um tanto intrigante, parecia agitado, fumava e olhava para os lados como que procurando alguma coisa.

- O senhor também não conseguiu ingresso?

- "Não preciso de ingresso para entrar"

- E não dá pra arranjar um jeito da gente entrar? Perguntou Marcelo

- "Não, esse tipo de acesso vocês ainda não podem ter"

Pensei calado: "O velho elitismo presente no futebol e esse cara é carioca(o sotaque entrega) vai ver é da CBF"

- E o que faz aqui fora? Perguntei.

- "Estou procurando uma pessoa."

- Quem? Como ele é? Estou aqui fora faz tempo, talvez o tenha visto.

- Não, não creio!

O jeito era pensar no jogo, termina o primeiro tempo e o Santos ganha por 1 a 0.

Marcelo, nervoso, pergunta se "vai dar" pra ganhar, de dois em dois minutos. Respondo sempre que não sei, não sei.

O velho, irritado, diz.

- Chega de humildade rapaz! Chega de usar as incômodas sandálias da humildade. É que vocês perderam demais, o santista é uma espécie de Narciso às avessas, é hora de deixar de ser vira-latas!

Depois de tudo o que passamos, agora vem esse velho sei lá de onde e fica disparando ofensas.

Antes que pudesse reagir, ele continua.

- Só um quadrúpede de 28 patas não percebe que está tudo escrito. Que o Santos vai ser campeão hoje está escrito há mais de seis mil anos. Quarenta anos antes do nada e do paraíso estava escrito que o Santos seria campeão hoje. Só lorpas e pascácios não entendem o óbvio ululante, está escrito"

A convicção era tanta que fomos nos acalmando. Veio o segundo tempo e o jogo seguia tranqüilo... o velho, não!

- Desculpe, estamos falando há um tempão e nem nos apresentamos, qual o seu nome? Perguntei.

- Nelson! Respondeu seco.

- Muito prazer seu Nelson, meu nome é Alessandro Rodrigues Pinto e esse é Marcelo Hazan".

- Doze letras, né?

Aos poucos seu Nelson foi se soltando, diz que torcia pelo Fluminense, brinquei dizendo que já havia ouvido alguém falar nesse time que existiu há algum tempo.

- Só os idiotas da objetividade não podem ver que o Fluminense é um time fadado à vitória eterna! Conclui.

- Mas se torce pelo Fluminense o que veio fazer aqui? Indagou Marcelo.

- Estou numa missão especial tenho que achar uma pessoa. Não era pra mim essa missão, mas o companheiro encarregado da tarefa, o Gravatinha, anda meio deprimido por causa do Fluminense.

- E esse seu amigo está aí dentro? Pergunto.

 - Não sei e não é meu amigo!  Nesse momento o outro time empata a partida.

- Está! Agora sei que está.

- Ele torce pra "eles"? Pergunto.

- O sujeito é tão torpe que não torce pra ninguém, só atrapalha.

- Nossa!

 - É o velho Almeida, Sobrenatural de Almeida, está tentando agir aí dentro preciso encontrá-lo!

A essa altura pensava que depois de tudo só me faltava ficar um tempão conversando com alguém que tem um amigo imaginário, Sobrenatural de Almeida, quando o adversário marca outro gol.

- Seu Nelson, precisamos achar esse sujeito já!

 - Estou tentando me concentrar, o coisa ruim é difícil de marcar, se ao menos o Gravatinha estivesse aqui.

- "E se eu tivesse uma TV!" Diz Marcelo.

- Pra que? A TV é burra, o "vídeo-tape" é burro, não tem a imaginação do olho humano. Acreditem, foi bom ter ficado aqui fora.

- Já sei! Tenho que ir!  Entrega-me um cartão de visitas e some sem dizer se volta.

A essa altura  restava-me afogar as mágoas de mais um título perdido ou manter as esperanças naqueles minutos finais.

Confesso que me aproximava mais da primeira opção quando o som de um rádio, de novo o rádio, se fez mais presente.

O menino das pedaladas outra vez. Uma grande jogada que termina em gol de outro jogador. Corri como se estivesse dentro do campo, numa explosão de alegria que só me permitiria saber que o Santos fizera mais outro gol 90 minutos depois do fim do jogo.

Não havia dúvidas: esse era o jogo, visto ali do "umbral", mas era o jogo.

Na saída me sentia o recepcionista da festa. Abracei um senador, seus filhos, um cantor de RAP, um monte de gente que conhecia dos anos de sofrimento e outras tantas que via pela primeira vez.

Depois choveu, choveu muito por horas seguidas.

Em tempo: o adversário era o nosso maior rival: o Corinthians. A vitória por 3 a 2 nos dava o título brasileiro de 2002.

Confesso que deste jogo não vi mais que os gols e não sei se criarei coragem de ver o "vídeo-tape" um dia.

Ele é burro e tenho medo de apagar de minha memória todas as cenas do melhor jogo que não vi.

Já ia esquecendo o cartão do seu Nelson dizia:

"O que nós procuramos no futebol é o sofrimento. As partidas que ficam, que se tornam históricas, são as que mais doem na carne, na alma"

E no verso:

"O que espero do futebol, é a poesia! Assim na Terra como no Céu. Amém"

Nelson Rodrigues[1]

 


[1] As frases atribuídas à Nelson Rodrigues foram extraídas, com o mínimo possível de alterações, de suas crônicas. Ressalta-se que a idéia não é original, em Sussekind(1996) e em Rodrigues(2002) encontram-se "crônicas póstumas"

Todo o resto é verdadeiro.

Singela homenagem ao aniversário de 6 anos do título do BR-02 e àquele time, raro poema!



 Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 14h34 [] [envie esta mensagem]






Copa do Brasil 2009: Que pena!


 

Difícil não se pegar fazendo simulações sobre os cruzamentos sugeridos pela tabela abaixo.

Ver que seu time só enfrenta aquele outro numa eventual final ou ainda reclamar por achar a distribuição injusta entre os "lados" da tabela sem dúvida é muito legal. Tão legal quanto inútil, e talvez bacana por isso mesmo.

Pena que ao procurar seu time na tabela abaixo o leitor poderá não encontrá-lo porque os melhores times da temporada passada recebem como prêmio o alijamento da disputa. Que sentido há nisso?

A Copa do Brasil empolga, gera receitas diretas e indiretas e supre a "ausência de finais" do Brasileirão, e os melhores ficam de fora.

Ah... mas como iriam disputar a Copa do Brasil e a Libertadores ao mesmo tempo? Ainda mais dividindo as responsabilidades com a tristeza dos estaduais?

Simples, basta que a Copa do Brasil, cujo campeão terá jogado no máximo doze vezes seja anual. Isso mesmo, um jogo por mês em média. Não precisaria nem mudar a tabela da Libertadores (que também seria melhor se fosse anual, mas isso é outra conversa).

O problema, pra variar, são os interesses da TV que quer pulverizar emoções das decisões ao longo do ano. Uma pena!

Pior ainda, qual o prêmio dado ao campeão do referido torneio?

A certeza de que vai disputar a Libertadores do ano seguinte e que não vai, por isso mesmo, disputar nem a Copa do Brasil (o campeão não pode defender o título!!!) e nem a tal da Sulamericana. Pelo menos do ponto de vista financeiro, dupla punição ao campeão...

Faz sentido?!?!?

Em tempo, com toda a inutilidade das previsões, são favoritos Inter-RS e Corinthians. Uma bela final!



 Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 17h21 [] [envie esta mensagem]




[ ver mensagens anteriores ]
 





BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, VILA MADALENA, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Spanish, Esportes, Viagens, turismo









26/04/2009 a 02/05/2009
19/04/2009 a 25/04/2009
12/04/2009 a 18/04/2009
05/04/2009 a 11/04/2009
29/03/2009 a 04/04/2009
15/02/2009 a 21/02/2009
18/01/2009 a 24/01/2009
11/01/2009 a 17/01/2009
21/12/2008 a 27/12/2008
14/12/2008 a 20/12/2008
07/12/2008 a 13/12/2008
23/11/2008 a 29/11/2008
16/11/2008 a 22/11/2008
09/11/2008 a 15/11/2008
02/11/2008 a 08/11/2008
26/10/2008 a 01/11/2008
19/10/2008 a 25/10/2008
05/10/2008 a 11/10/2008
28/09/2008 a 04/10/2008
31/08/2008 a 06/09/2008
24/08/2008 a 30/08/2008
17/08/2008 a 23/08/2008
10/08/2008 a 16/08/2008
20/07/2008 a 26/07/2008
06/07/2008 a 12/07/2008
29/06/2008 a 05/07/2008
08/06/2008 a 14/06/2008
01/06/2008 a 07/06/2008
25/05/2008 a 31/05/2008
11/05/2008 a 17/05/2008
04/05/2008 a 10/05/2008
27/04/2008 a 03/05/2008
20/04/2008 a 26/04/2008
13/04/2008 a 19/04/2008
06/04/2008 a 12/04/2008
30/03/2008 a 05/04/2008
23/03/2008 a 29/03/2008
16/03/2008 a 22/03/2008
09/03/2008 a 15/03/2008
02/03/2008 a 08/03/2008
24/02/2008 a 01/03/2008
10/02/2008 a 16/02/2008
03/02/2008 a 09/02/2008
16/12/2007 a 22/12/2007
02/12/2007 a 08/12/2007
25/11/2007 a 01/12/2007
18/11/2007 a 24/11/2007
04/11/2007 a 10/11/2007
28/10/2007 a 03/11/2007
21/10/2007 a 27/10/2007
14/10/2007 a 20/10/2007
07/10/2007 a 13/10/2007
30/09/2007 a 06/10/2007
23/09/2007 a 29/09/2007
16/09/2007 a 22/09/2007
29/07/2007 a 04/08/2007
22/07/2007 a 28/07/2007
15/07/2007 a 21/07/2007
08/07/2007 a 14/07/2007
24/06/2007 a 30/06/2007
17/06/2007 a 23/06/2007
03/06/2007 a 09/06/2007
27/05/2007 a 02/06/2007
20/05/2007 a 26/05/2007
13/05/2007 a 19/05/2007
06/05/2007 a 12/05/2007
29/04/2007 a 05/05/2007
22/04/2007 a 28/04/2007
08/04/2007 a 14/04/2007
01/04/2007 a 07/04/2007
11/03/2007 a 17/03/2007
04/03/2007 a 10/03/2007
25/02/2007 a 03/03/2007
11/02/2007 a 17/02/2007
28/01/2007 a 03/02/2007
21/01/2007 a 27/01/2007
24/12/2006 a 30/12/2006
17/12/2006 a 23/12/2006
29/10/2006 a 04/11/2006
22/10/2006 a 28/10/2006
08/10/2006 a 14/10/2006
17/09/2006 a 23/09/2006
10/09/2006 a 16/09/2006
03/09/2006 a 09/09/2006
20/08/2006 a 26/08/2006
13/08/2006 a 19/08/2006
06/08/2006 a 12/08/2006
30/07/2006 a 05/08/2006
23/07/2006 a 29/07/2006
16/07/2006 a 22/07/2006
02/07/2006 a 08/07/2006
11/06/2006 a 17/06/2006
04/06/2006 a 10/06/2006
28/05/2006 a 03/06/2006
21/05/2006 a 27/05/2006
07/05/2006 a 13/05/2006
30/04/2006 a 06/05/2006
23/04/2006 a 29/04/2006
16/04/2006 a 22/04/2006
02/04/2006 a 08/04/2006
26/03/2006 a 01/04/2006
12/03/2006 a 18/03/2006


 
 




Xico Sá
Blog do Torero
Blog do Juca Kfouri
Blog do Vitor Birner
Máquina do Esporte
Trivela
A Disparatada (blog da Vanessa Dantas)
 
 

Dê uma nota para meu blog