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Santos melhora também fora de campoRenovação com a Umbro deixa o Santos entre os clubes mais bem pagos do país
Marcelo Teixeira, presidente do Santos, afirma que concorrência o fez desacreditar sobre renovação com a Umbro (Crédito: IVAN STORTI) Se dentro das quatro linhas as coisas estão melhorando para o Santos, o mesmo pode-se aplicar fora delas. Nesta sexta-feira, o clube apresentou a renovação de contrato com a Umbro, que fornecerá o material esportivo por mais três anos e pagará pouco mais de R$ 11 milhões por ano. O LANCENET! teve acesso aos valores, que são mantidos em sigilo. As cifras colocadas são significativas se comparadas a outros clubes do país. Pelo acordo firmado, o Santos receberá R$ 4 milhões anuais limpos. Além disso, haverá o investimento de um valor praticamente igual no fornecimento de material esportivo. A inovação fica por conta da inauguração de uma megaloja do clube em São Paulo, de um bar temático – possivelmente dentro da própria Vila Belmiro – e também do desenvolvimento do Memorial Itinerante, que levará para diversas cidades do Brasil a história das conquistas do Peixe. Trata-se de um marco, já que os valores financeiros firmados em contratos anteriores com a Umbro eram muito inferiores ao novo. – O aumento em relação ao último contrato assinado é de pouco mais de 40% – disse o vice-presidente do Peixe, Norberto Moreira. A diretoria parece ter acordado na renovação. O presidente Marcelo Teixeira nomeou uma comissão para tratar do assunto e descentralizou o poder de decisão de alguns diretores. Pela primeira vez, em onze anos com a Umbro, o Santos terá participação na venda de produtos e receberá uma quantia significante referente a royalties. O que ajudou a fazer com que a empresa inglesa aumentasse a sua proposta foi a concorrência. O LANCENET! apurou que três empresas iniciaram conversação com o clube: Lotto, Puma e Penalty. A primeira chegou a oferecer R$ 8 milhões anuais e seduziu o Santos. – Temos mesmo que destacar a concorrência. Em determinado momento pensei que não assinaríamos com a Umbro – enfatizou o presidente Marcelo Teixeira. Se o despertar da diretoria para assuntos dessa importância se confirmar, o dinheiro recebido pagará a gastança desenfreada e mal calculada dos últimos anos Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 14h52
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Projeto para aumentar a renda na Vila BelmiroPeixe copia Palmeiras e anunciará em breve parceria para lançar o Setor Visa
Torcedor santista ganhará novo espaço nas dependências da Vila Belmiro (Crédito: IVAN STORTI) Está previsto para ser lançado em breve o Setor Visa, já implementado pelo Palmeiras no Palestra Itália, na Vila Belmiro. O LANCENET! apurou junto aos dirigentes do Santos que as negociações estão em fase final. A reforma do famoso “retão” da Vila, onde será construído deve começar já na próxima semana. A duração da obra deve durar 40 dias. O Setor Visa na Vila Belmiro será um espaço diferenciado dos demais. O torcedor poderá comprar seu ingresso pela internet e, para entrar no estádio, só precisará passar seu cartão de crédito pela catraca. O Peixe espera duplicar a sua renda em jogos com o novo projeto. – Vamos definir valores na próxima semana, mas está tudo fechado. O torcedor santista vai ter mais conforto e podendo comprar o ingresso pela internet – disse ao LNET! Robson Mello de Oliveira, um dos representantes da Outplan. Na próxima semana haverá uma reunião entre representantes da Outplan e a diretoria. Além do Palmeiras, Figueirense e Botafogo também adotaram o projeto. Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 14h50
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Por marketing, Pelé veste camisa de rivais do Santos
![]() Crédito: Divulgação Em campanha de marketing da Nestlé, empresa do setor de alimentos, o maior jogador da história do Santos, Pelé, vestiu a camisa de eternos rivais da equipe da Vila Belmiro, como Corinthians, São Paulo e Palmeiras. A empresa lançou a campanha “Nestlé torce por você”, que distribuirá camisas exclusivas dos times, ingressos de jogos do Brasileirão e visitas aos centros de treinamentos dos clubes. No total, os prêmios devem somar a quantia de R$ 7 milhões. Como garoto-propaganda da campanha, Pelé teve que vestir a camisa dos 20 clubes da Série A e dos donos das sete maiores torcidas da Série B, no qual se inclui o Corinthians. No ano passado, a empresa já havia lançado promoção semelhante, a “Torcer pelo seu time faz bem”, em que a pessoa podia trocar um produto por um ingresso de uma partida do Brasileirão. Escrito por UOL Esporte às 19h41 Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 15h31
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O modelo de gestão da Copa de 2014Quero deixar consignado que todo o processo da Copa será conduzido com a maior seriedade, dentro de princípios claros TENHO DITO e repetido inúmeras vezes que defendo um modelo para a Copa do Mundo no Brasil com viés predominantemente privado. O que isso significa na prática? Começa pelo custeio do próprio Comitê Organizador da Copa, que não receberá um único centavo de dinheiro público. Todas as despesas do comitê serão bancadas com aportes feitos direta e exclusivamente pela Fifa. A entidade já definiu um montante de cerca de US$ 500 milhões de seu orçamento e fixou um cronograma de desembolso para fazer face ao funcionamento do comitê brasileiro até o fim da Copa. Caberá a esse comitê atuar como uma espécie de "agência regulatória" da Fifa no Brasil, acompanhando o cumprimento de prazos, os aperfeiçoamentos legais necessários ao evento, assim como todo o complexo planejamento nas inúmeras áreas, desde a segurança até o marketing. A rigor, o comitê não será custeado nem mesmo com recursos de empresas brasileiras, ainda que privadas. Empresas interessadas em adquirir direitos de propriedade terão de firmar contratos e fazer pagamentos diretamente à Fifa. O Comitê Organizador funcionará como órgão auxiliar e de assessoramento nas negociações. Qual será então o papel do Estado? Eu diria que fundamental, pois caberá aos governos atuar nos setores tipicamente governamentais, fazendo intervenções que elevem a qualidade de serviços, como transporte, saúde, energia. Enfim, melhorando a infra-estrutura como um todo. Em países que sediaram Copas e tiraram o melhor proveito delas, os governos atuaram sobretudo antecipando obras que já estavam previstas, para que pudessem estar prontas e servir aos objetivos do evento. Portanto, Copa não significa aumento de despesas públicas, mas apenas a antecipação de projetos já definidos. Em uma Copa, os recursos públicos devem ser utilizados para deixar um legado de benefícios e realizações permanentes para o país. Esse, a meu ver, ao lado da exposição mundial do Brasil e da movimentação na economia interna, é o grande ganho que uma Copa pode ensejar, pois deixa uma herança de melhorias palpáveis para a população ao final do processo. Todos esses investimentos públicos estarão sujeitos aos inúmeros mecanismos de fiscalização já existentes. Para encerrar, gostaria de ressaltar três aspectos. O primeiro diz respeito aos critérios de escolha das cidades-sedes. Tudo o que a CBF podia fazer já foi feito: indicar as candidatas à Fifa. O segundo aspecto é que mesmo aquelas cidades que não se tornarem sedes terão uma participação muito efetiva na Copa. Essa, aliás, é a grande característica desse evento, sobretudo quando comparado a uma Olimpíada: a Copa mobiliza um país inteiro, e não apenas uma cidade. Cito o exemplo do governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, que decidiu não apresentar a candidatura do Estado. Para ele, a melhor opção é tentar no futuro hospedar uma seleção de primeira linha nas semanas antes da Copa. "Fiz todos os cálculos e achei que era a melhor relação custo/benefício", disse-me o governador. Outro exemplo de criatividade pode estar nos modelos previstos para os estádios. Brasília, por exemplo, está fazendo uma proposta em que o novo estádio não absorverá nenhum recurso público. Por fim, quero deixar aqui consignado que todo o processo da Copa será conduzido com a maior seriedade, dentro de princípios claros. A equipe do comitê será formada por um corpo técnico de profissionais do mais alto nível, em suas respectivas áreas de atuação. O critério será o do profissionalismo e o da correção. Nenhum estranho esteve, está ou estará autorizado a falar em nome do comitê. Não existirá nenhum tipo de informalidade. O comitê estará sempre aberto para prestar os esclarecimentos necessários, de forma transparente e direta, a todos os segmentos envolvidos na realização desse grandioso evento. RICARDO TEIXEIRA é presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e do Comitê Organizador da Copa de 2014 no Brasil. Fonte: FOLHA DE S. PAULO - SP OPINIÃO 02/06/2008
Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 16h30
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