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São Paulo e Inter: há o que aprender? Quando e se for confirmada a provável decisão da Libertadores entre São Paulo e Internacional, haverá uma série de comentários previsíveis por parte da grande mídia.
Aposto que a maior parte dirá que o confronto será equilibrado, como se isso fosse a descoberta da América, e que o São Paulo, por ter um elenco “mais qualificado” tem um ligeiro favoritismo, tudo isso com as ressalvas de sempre: “O futebol é uma caixinha de surpresas; Tudo pode acontecer; O jogo será decidido nos detalhes; Quem abrir vantagem no primeiro jogo...” Penso que haverá nisso tudo uma certa dose de preconceito, de bairrismo mesmo. Não porque alguém quererá criar ou fazer renascer algum tipo de rivalidade entre os estados, mas porque a voz da grande mídia, sabe-se, tem sotaque paulistano e por vezes carioca. Noves fora isso tudo, ledo engano. Os elencos são iguais e aí é que acho que a coisa fica interessante. Há o que aprender com os modelos adotados pelos possíveis finalistas? Vejamos alguns pontos semelhantes como a média de idade dos times considerados titulares, temos no São Paulo e no Inter os mesmos aproximados 28 anos, será que isso é bom? Desculpem-me por dar pitacos em áreas que não me são lá muito familiares, mas sabemos que é por aí que um homem atinge sua maturidade física. Com alguma boa vontade, pode-se ampliar essa maturidade ao plano psicológico também. Há mais, nessa faixa etária temos jogadores provavelmente voltando do exterior ou não mais tão interessados em fazer carreira na Europa, já que a exposição destes times vencedores parece ser mais interessante do que alguns contratos em clubes de menor expressão. Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 16h20
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São Paulo e Inter: há o que aprender?(2) Ainda que haja vontade de sair, o assédio é bem menor. Aí me recordo de Wanderley Luxemburgo sempre dizendo: “O jogador do Santos tem que querer ganhar no Santos” ou “Fulano já cumpriu seu ciclo no Santos”. Óbvio. Tanto São Paulo, quanto Inter, conseguem manter-se quase alheios aos que vêem na oportunidade de trabalho, mero trampolim para a Europa, ainda que inteligentemente mantenham jogadores de alto valor de mercado como Sobis ou o próprio Cicinho que saiu ano passado, o que garante somado às rendas e premiações, superávit. Note-se também que em tempos em que se chora pela falta de dinheiro, nenhum destes clubes “enfiou a mão no bolso” para construir estes elencos. Milagre ou trabalho? Outro ponto a se considerar é a duração dos contratos que são quase sempre longos, o que é fundamental em tempos de Lei Pelé, basta observar que a montagem destes elencos é um processo de mais ou menos três anos. São clubes onde as comissões técnicas costumam ter vida longa e que quando alteradas, não se submetem a mudanças que venham a destruir o que vinha sendo feito. Quem haverá de negar que esse trabalho do São Paulo começou com o Cuca? E que o Muricy foi fundamental pra que se tenha hoje o que tem o Inter? Creio por isso tudo que mais importante do que discutir qual dos dois ganhará é perceber que ambos, de certa forma, já ganharam e que este exemplo de vitória dentro e, sobretudo, fora de campo deveria ser exaustivamente estudado, compreendido e copiado. Ganharemos todos. Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 16h19
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Torcida Em homenagem a seu Arnaldo, meu padrinho, hoje sou mengão. Infelizmente não poderei estar no Rio para acompanhar esse que é um dos clássicos mais lindos do mundo, mas o Jack Field espírito que escreve aquele livro comigo, vai estar lá e prometeu contar tudo pra vocês amanhã. Espero que não me dê cano de novo, seria o terceiro da semana... Na Libertadores, sou torcedor escancarado dos brasileiros envolvidos, principalmente porque são dois projetos de futebol que se desenvolvem há anos e merecem as conquistas. E uma final entre os dois será fantástica. Além disso, não há como não se empolgar com caras como o Abel e o Muricy. Boa sorte e até amanhã. Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 16h54
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Fazendo Contas No Brasileiro de 2005, após a 13ª rodada, tínhamos a Ponte Preta como líder com 26 pontos e aproveitamento de 66,6%. Nada assim tão diferente do desempenho do líder de 2006. O São Paulo com seus 29 pontos tem, no momento, aproveitamento de aproximados 74,35%. A diferença pode parecer muito grande mas cabe lembrar que essa diferença significa apenas uma vitória a mais. Assim, em que pese o número menor de jogos no total, não parece nenhum absurdo imaginar que o desempenho das equipes poderá ser muito parecido em aproveitamento. Imaginando os números do ano passado, vejamos do que precisariam os grandes paulistas para esse ano... Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 15h32
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Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 15h31
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Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 15h31
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Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 15h25
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Ai Corinthians!!! Pra mim é coerência outros diriam que é teimosia mas até que me envaideço ao analisar a nova crise do Corinthians e dizer de boca cheia: Eu já sabia! O time é fraco e não há luz no fim do túnel já que falta planejamento. Roger, Carlos Alberto, Gustavo Nery, Sebá: os galáticos. São o que no futebol costumamos chamar de "mentira", nunca jogaram nada em lugar nenhum mas tem boa assessoria de imprensa... Fora. Se Ricardinho fosse uma boa opção, com todo o respeito, estaria no Santos com quem insistiu em renovar contrato tendo o pedido negado. O sujeito quer, desde o início do ano, após a Copa ir embora para o Catar, para o Japão... Abraço! Marcelinho Carioca?!? Sobram Tevez, Mascherano (até quando?) e bons garotos foram embora, aliás com apoio da torcida, afinal de contas, él,él,él o Kia é da Fiel... O Jô que quase apanhava ao final de cada jogo era ruim, né? Bom mesmo é o He-man! O Corinthians não vai ser rebaixado e é grande o suficiente para iniciar uma recuperação. Bom seria se se aprendesse a lição a começar por se lembrar de que lado se estava quando tudo isso começou. Mudar de opinião é as vezes cinismo, mas as vezes é sinal de grandeza. Mas dizer que não sabia é, sobretudo aqui no Brasil companheiros, recurso do pior tipo de canalha. Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 13h59
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Dunga Novidade não chega a ser. O nome de Dunga chegou a ser especulado antes mesmo da nomeação de Luxemburgo, após a Copa de 1998. Não creio que dure mais do que dois anos, acho que talvez não chegue a isso. Não é o que importa. Triste é achar que isso significa alguma espécie de renovação. Dunga significa a manutenção da lógica da valorização de burocratas de plantão na CBF. Assim não há grandes choques, nem grandes questionamentos, nem demissões e a vida segue. Com alguma sorte o time vence a Noruega para quem aliás outros conseguiram perder e depois vence o brilhante time do Kwait e assim poderão ser tecidos os maiores elogios à raça do antigo capitão a quem aliás sempre achei muito melhor jogador do que a maioria das pessoas que conheço. Imaginem o Galvão: Esse é o verdeiro espírito do treinador brasileiro!!! Após um Brasil e Kwait dramático em que RRRRRRRRRRRRRRRRRonaldinho ressurgirá das cinzas, graças ao trabalho de raça do nosso Dunga. Me contem depois o que ocorreu porque a esse tipo de porcaria não assisto mais. Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 13h39
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