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Uma notícia pelo amor de Deus!!! Assim não dá. Não viessem a nos redimir Rodrigo Mattos e Xico Sá, ambos na Folha de hoje em textos que tomo a liberdade de disponibilizar aqui, pensaria que essa é a Copa mais pobre em notícias desde o século XII, antes de Cristo, claro. O primeiro nos traz informações que fazem pensar sobre o projeto da Copa no Brasil evidenciando os gastos (inacreditáveis 1,5 bi de euros, só em estádios) e atrasos com as obras. E o segundo, discutindo só o que merece ser discutido em relação aos inferninhos suiços, ou seja, como tem baranga na Suiça! Não fosse isso, teríamos que nos contentar com as coberturas incansáveis aos treinos da seleção. Já repararam que tem nego narrando treino de abdominais? E com direito a dois ou três comentaristas: - Olha, o treino de abdominais é vital à maratona de jogos que o Brasil vai enfrentar... - É verdade, o Parreira gosta desse tipo de treino desde 1970, sabe da importância... - Claro, até porque, a nível de abdome, as abdominais são muito importantes... Sem falar nas narrações de treinos de dois toques em meio campo. Ao menos não é o Galvão. Por falar nele, se eu fosse da Globo, colocaria o Galvão para apresentar o BBB (Big Brother Boate). Imaginem, Galvão aos sussurros: "Bem amigos da rede Globo... Sai com ela que é sua RRRRRRRRRonaldinho..." Apareçam, abraços. Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 11h31
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Alemanha gastou 50% a mais que o previsto com estádiosRodrigo Mattos
Da Folhapress Em São Paulo Na construção dos estádios da Copa do Mundo, os organizadores alemães ultrapassaram os gastos previstos e estouraram prazos de obras. É o que mostra comparação entre o documento de candidatura da Alemanha para o Mundial e os dados do site do Comitê Organizador, após as reformas.
Entregue em 2000 à Fifa, a proposta alemã previa gastos de 940,6 milhões de euros (R$ 2,8 bilhões) com os 12 estádios escolhidos para o Mundial. Mas as despesas da Alemanha com essas reformas totalizaram 1,410 bilhão de euros (R$ 4,2 bilhão). Houve acréscimo de 471,1 milhões de euros (R$ 1,4 bilhão), ou seja, 50% mais do que o previsto. A explosão de gastos ocorreu em 10 dos 12 estádios. A maior diferença foi em Munique. A idéia inicial era reconstruir o Estádio Olímpico, com investimento de 84,6 milhões de euros (R$ 249,3 milhões). Mas os clubes Bayern de Munique e o TSV 1860 bancaram um novo estádio, a Alianza Arena, por 280 milhões de euros (R$ 825,4 milhões). Em Nuremberg, porém, o custo foi multiplicado por quase 20 vezes e tudo foi pago pelo Estado e prefeitura locais. As prefeituras, os Estados e o governo federal bancaram a maior parte dos gastos da Copa, empregando 620 milhões de euros (R$ 1,8 milhão). Clubes e empresas pagaram o restante. "Há muito mais dinheiro privado neste Mundial do que no de 1974. Naquela época, era só dinheiro publico", explicou o vice do Comitê Organizador Wolfgang Nierbach à "Folha de S.Paulo". Além dos gastos inflados, 7 dos 12 estádios foram completados depois do prazo prometido. Sttutgart protagonizou o maior atraso. Previsto para agosto de 2001, só foi inaugurado no final de 2005. Três ficaram prontos nas datas previstas. Hannover e Colônia anteciparam as obras. A Alianza Arena estourou o prazo por 35 meses. "Os clubes quiseram fazer um novo estádio por conta deles", explicou Stephan Eiermann, assessor do Comitê Organizador. Foi um dos cinco estádios novos. Ainda há novas praças em Gesenkirchen, Hamburgo, Frankfurt e Leipzig. Em outras sete sedes, houve reformas. Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 11h06
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