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Futebol faz homens expressarem melhor seus sentimentos, diz pesquisa da Folha de S.Paulo
O futebol permite aos homens expressar seus sentimentos com mais facilidade do que qualquer outra atividade humana. Pelo menos este foi o resultado de uma pesquisa realizada na Inglaterra pela Fundação de Investigação da Saúde Mental. Nada menos do que 64% dos homens entrevistados dizem que, ao ver ou jogar futebol, estão mais propensos a compartir seus sentimentos com outras pessoas do que em comparação com qualquer outra atividade. Um número ainda mais expressivo (75%) afirmou que não vê problema algum em abraçar pessoas do mesmo sexo durante uma partida. Outros 25% dizem já ter chorado por causa do resultado de um jogo. "É inegável que o futebol tem efeitos positivos sobre o bem-estar psicológico das pessoas. Ele aproxima os homens a partir da abertura que dá ao debate, à discussão", afirma Sandy Wolfson, chefe do departamento de psicologia da Universidade de Northumbria, em Newcastle (Inglaterra). Além de abraçar os amigos, os entrevistados (70% deles) admitiram que os jogos os deixam preocupados, enquanto 58% detectam que ficam nervosos durante a realização das partidas. Na pesquisa foram ouvidos 500 homens com idades entre 18 e 70 anos. em http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/ult92u101711.shtml Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 13h35
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Seleção O time da estréia está definido. Ele pode mudar durante a competição, mas, para o jogo contra a Croácia, será o que todo mundo sabe", disse Parreira, várias vezes, durante o ano. O trecho acima, destacado de reportagem da Folha de hoje, faz pensar um pouco. Talvez fosse o caso de dizer ao Parreira, "Chega de certezas, viva alguns enganos..." como disse Lobão em poema dedicado ao Caetano. Há, imagino, outros que vêem na certeza, ao invés de teimosia, coerência. Opiniões não faltam. Não creio que esse time chegue assim escalado nem mesmo à segunda rodada. Primeiro pelo que se faz mais óbvio: desde 1994 o Brasil tem jogadores contundidos na fase de preparação da Copa que são cortados e substituídos. Em 1990, teve o Romário que foi jogar a Copa com a perna praticamente quebrada, não jogou. Sem falar em 1986, o caso Zico. Claro que não desejaria uma contusão nesse momento nem ao pior inimigo público, mas não seria coincidência. Algum time passa 20 dias sem anunciar algum jogador contundido? Depois, pelo que creio ser mais importante, não há qualquer sentido em jogar com dois "centro-avantes" de ofício como Ronaldo e Adriano. A seleção não tem laterais que avancem gerando jogadas de fundo que seriam "prato cheio" aos matadores. Acaba ocorrendo congestionamento em jogadas mais pelo meio até pela baixa mobilidade de ambos. Note-se que não há qualquer menção ao condicionamento físico, que a esta altura se desconhece, mas quem haveria de negar que são jogadores muito mais lentos do que Robinho, por exemplo? Algo muito semelhante se passou em 86. Careca era titular absoluto de Telê, merecidamente aliás, só que Casagrande arrebentou nas Eliminatórias (como Adriano na Copa América). Moral da história, formaram a dupla de ataque titular por pouco mais de 45 minutos, Muller entrou e nunca mais saiu. Creio que ocorrerá o mesmo após o jogo com a Croácia, mas para minha própria tristeza, imagino que não seja Robinho o Muller da vez. Com alguma "sorte" teremos a entrada de Juninho Pernambucano e o deslocamento do Gaúcho para o ataque, mas não creio ser possível descartar a opção pelo Gilberto Silva. Que o acaso possa dar uma ajudazinha ao Parreira. É só uma opinião e opiniões não faltam... Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 10h57
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