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Corinthians e River: A Libertadores é uma porcaria! Imagino que todos saibam de que no futebol pode-se ganhar, perder ou empatar (demorei muito pra chegar a esta conclusão :=) )e que o emocionante na assistência ao esporte é esperar pela vitória sem a certeza de que ela virá. A graça de torcer está na esperança. Pois bem, assim sendo, de onde veio toda aquela agressividade demonstrada por parte da torcida do Corinthians em função da derrota? É impossível perder? Dirão alguns que aquilo não se tratava de um jogo “normal”. Era uma disputa de Libertadores, uma obsessão corintiana. Aí acho que temos uma pista. De onde vem a obsessão pela tal Libertadores. Pensando bem, não é preciso pensar muito para a polêmica conclusão que segue: A Libertadores é uma porcaria! Isso aí, uma porcaria. Os campos são pequenos e ruins, os times são ruins, as arbitragens péssimas, há pancadaria, bomba estourando na porta de hotel etc. É um produto antigo abandonado e recentemente requentado pela televisão que, como sempre, enxerga bem o anseio da massa. Ora, no tal mundo globalizado, que alegria pode ser maior do que ter seu time, sua paixão, elevada a categoria internacional. A Libertadores inclusive dá a nossos times a possibilidade de serem campeões mundiais. Então enchem a Libertadores de times brasileiros e a porcaria fica mais atraente. Se ainda estivesse em jogo o gás da Bolívia... Isso, a obsessão toda é para que o Corinthians ou Palmeiras ou qualquer um possa jogar um dia no Japão ou quem sabe no Catar ou nos Emirados Árabes, e após os noventa minutos que serão os mais importantes de sua história de quase cem anos, poder dizer de boca cheia: somos campeões mundiais. Somos os melhores do mundo. Será? Bem, admitindo que sim, admitamos uma outra questão bastante relevante: Para isso vale tudo! Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 14h31
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Corinthians e River: A Libertadores é uma porcaria! (2)
Vale, no caso do Corinthians, aceitar mansamente que o objeto da paixão desenfreada de tantos possa configurar-se como a lavanderia do sujo dinheiro de poucos. Vale vender a paixão ao Berezovski. Vale a Gaviões da Fiel, instituição histórica com passado importante inclusive em manifestações pela redemocratização do país, instituição com tanto gosto pela festa a ponto de causar inveja nas outras torcidas quando alguém dizia: “O jogo do Corinthians vale dois ingressos, um para o jogo e outro para ver a torcida”, pois é, esta Gaviões calou-se, foi conivente, gritou o Kia é da Fiel, e olha que o cara foi apresentado à bola tem uns quinze dias. A torcida não organizada calou-se igualmente. Ora, esse dinheiro é sujo, mas o que não é? Pela Libertadores, vale tudo. A “grande imprensa” ficou igualmente calada ao perceber que dava mais “Ibope” aliar-se a parceria, trabalhar por ela. Assim, jogadores do tipo Carlos Alberto e Roger, que nunca fizeram nada, isso mesmo, nada no futebol passaram a ostentar o título de “galáticos”. Um tal Mascherano que ninguém havia visto jogar passava a ser o novo Clodoaldo ou quem sabe o Zidane. E o Sebá? Meu Deus, e o Gustavo Nery? Todos galáticos por decreto da mídia. Por um time imbatível desses vale a pena calar-se. Na pobre realidade sul-americana, é mesmo um bom time. Foi até campeão brasileiro, todo mundo sabe como, mas foi. Pois bem, o que se fez foi vender a alma ao diabo. A “Nação Corintiana” se vendeu e o capeta não entregou a sua parte. Será que existe sensação pior? Isso ocorreu no Pacaembú e explica alguma coisa, mas creio ser apenas o início da história que retomamos em breve. Opinem. Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 14h27
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Seleção Qual é a sua escalação ideal da seleção brasileira? A minha está no texto abaixo. Clique em comentário e escreva... Abraço Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 15h13
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Notas sobre a ausência. Peço desculpas aos poucos e bons que me visitam neste blog. Alguns fatos me mantiveram afastados, trabalho... Mal estar em relação ao futebol. É natural que algumas pessoas que me conhecem melhor e que eu mesmo me cobre respostas sobre o que ocorreu no Pacaembú. Mas, como se sabe, falar rápido e o melhor jeito de falar besteiras como as que vocês tem visto nesses programas "especializados". Começo, em pílulas, a opinar sobre o tema. Mas começo sugerindo a seguinte reflexão: Alguém se beneficia dessas coisas? Outra coisa, chegou a hora de falarmos de seleção. Começo a polêmica escalando meus onze: Dida, Cafú, Lúcio, Juan e Roberto Carlos; Émerson, Zé Roberto, Juninho Pernambucano e Kaká, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo. Claro que isso considera os prováveis convocados e o conservadorismo de nosso treinador. Mande a sua opinião. Abraço Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 14h36
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São Paulo Em condições normais de tempo e pressão, ganha com facilidade os dois jogos. Mas sabem como são meus palpites... Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 14h27
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Palmeiras Enquanto Antonio Lopes não vem (isso é intuição e não informação), o Palmeiras vai dando seqüência a sua rotina de treinamentos invisíveis e jogos difíceis de ver. Isso passa mas minhas preocupações são outras. Que o elenco é fraco, mal planejado etc. todo mundo sabe. Aqui mesmo temos dito isso há bastante tempo. Já a velha desculpa da falta de dinheiro começa a ruir. Segundo matéria da Folha de São Paulo publicada na semana passada, teriam sido gastos nos últimos quinze meses, Us$ 35 milhões. Isso entre despesas do futebol e patrimônio. É orçamento de time grande, não há dúvida. O Santos, por exemplo, gasta bem menos e os resultados parecem estar sendo melhores. Notem que entre todos os grandes clubes do futebol brasileiro, nenhum, rigorosamente nenhum, poderia ser apontado como modelo de gestão. Entretanto, clubes que tem hierarquias e comandos bem definidos dão passo largo em relação aos outros, confusos. Não é por acaso, e os campeonatos de pontos corridos são impiedosos na demonstração disso, que lideram o campeonato brasileiro exatamente aqueles clubes que se habituaram a lá estar nos últimos anos. Sei que isso frustra aos mais românticos que por vezes se recusam a aceitar a existência de uma lógica no futebol. Respeito essas opiniões mas os fatos parecem não respeitar. Em tempo: a última vez em que o Palmeiras com esse confuso modelo de gestão, que mistura clube ao futebol, numa crise de comando nítida como essa, conquistou um título, foi há 30 anos. Em três décadas muito mudou no futebol. E no Palmeiras? Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 14h26
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Corinthians E o Corinthians continua foragido. Isso resolve? Opinem Escrito por Alessandro Rodrigues Pinto às 14h13
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